Entre em contato: (11) 3676-0635 e (11) 9 9611-4805

Kuhn

Kuhn

Kuhn me serviu, e ainda me serve, em primeiro lugar, como orientação nas tentativas de elaborar elementos de uma epistemologia heurística, combinada com o estudo da história da filosofia (Descartes, Kant) e da ciência. Baseei-me na tese de que a ciência é uma atividade de resolução de problemas, tanto factuais como formais, conduzida dentro de uma matriz disciplinar (“paradigma”) composta de problemas exemplares e de compromissos teóricos e instrumentais, aceitos e aplicados por grupos de cientistas em virtude de serem heuristicamente mais eficazes do que seus concorrentes. Usei Kuhn, também, para incluir Heidegger na discussão contemporânea na filosofia da ciência. Continuo a usá-lo para estudar a estrutura das teorias psicanalíticas, em especial das de Freud e Winnicott, assim como a dinâmica das suas modificações.

• 1985

( 1 ) 19. Loparic, Z. (1985). Resistências à psicanálise. Cadernos de História e Filosofia da Ciência, (8), 29-49.

• 1989

( 2 ) 30. Loparic, Z. (1989). Paradigmas cartesianos. Cadernos de História e Filosofia da Ciência, série 2, 1(2), 185-212. Reeditado em (95).

• 1991

( 3 ) 46. Loparic, Z. (1991). Um olhar epistemológico sobre o inconsciente freudiano. In F. Kobloch, (org.), O inconsciente várias interpretações (pp. 43-58). São Paulo: Escuta.

• 2001

( 4 ) 132. Loparic, Z. (2001). Esboço do paradigma winnicottiano. Cadernos de História e Filosofia da Ciência, 11(2), 7-58. Versão inglesa em (136).

• 2005

( 5 ) 170. Loparic, Z. (2005). Um novo paradigma. Revista Viver mente e cérebro. Coleção Memória da psicanálise, vol. 5 - Winnicott, pp. 52-63. São Paulo: Editorial Duetto.
( 6 ) 173. Loparic, Z. (2005). De Freud a Winnicott: aspectos de uma mudança paradigmática. In L. Fulgencio (org.), Filosofia da psicanálise (pp. 21-47). Coleção Natureza Humana, 1. Reeditado em (227). Texto diferente do publicado em (236).

• 2008

( 7 ) 193. Loparic, Z. (2008). O paradigma winnicottiano e o futuro da psicanálise. Revista Brasileira de Psicanálise, 42(1), 137-150.

• 2009

( 8 ) 213. Loparic, Z. (2009). Os casos clínicos como exemplares do paradigma winnicottiano. Winnicott e-Prints, série 2, 4(1/2).

• 2010

( 9 ) 219. Loparic, Z. (2010). Winnicott´s Paradigm Illustrated by Clinical Cases. In International Society of Psychoanlaysis and Philosophy (org.),  Function and Field of Clinical Concepts. São Paulo: USP.  (Resumo).

• 2011

( 10 ) 227. Loparic, Z. (2011). De Freud a Winnicott: aspectos de uma mudança paradigmática. In E. O. Dias & Z. Loparic (orgs.), Winnicott na Escola de São Paulo (pp. 29-58). São Paulo: DWW Editorial. Reedição de (173). Texto diferente do publicado em (236).

• 2013

( 11 ) 236. Loparic, Z. (2013). From Freud to Winnicott: Aspects of a Paradigm Change. In J. Abram (org.), Donald Winnicott Today (pp. 113-156). London: Routledge. Edição ampliada com novo título de (136). Texto diferente do publicado em (173) e (227).

• 2016

( 12 ) 263. Loparic, Z. (2016). Achievements of Winnicott´s Revolution. In E. R. Fonseca, F. V. Bocca, R. M. Almeida & Z. Loparic (orgs.), Pluralismo na psicanálise (pp. 131-155). Curitiba: Pucpress. Reeditado em (265).

• 2017

( 13 ) 266. Loparic, Z. (2017). Esboço do paradigma winnicottiano. In C. J. Motta & S. Piza (orgs.), Thomas Kuhn e as ciências humanas. São Paulo: DWW Editorial. (Edição eletrônica).

• 2018

( 14 ) 267. Loparic, Z. (2018). Winnicott's paradigm shift in psychoanalytic theory and practice. In A. Joyce (org.), Donald Winnicott and the History of the Present. Understanding the Man and his Work. London: Karnac.