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Descartes

No pensamento cartesiano – sobre o qual me detive a partir de 1973, como professor de Filosofia da Ciência na USP e depois na Unicamp –, especialmente em  Regras para a direção do engenho humano, passei a buscar as raízes da concepção de filosofia teórica como programa de resolução de problemas teóricos, filosóficos e científicos em geral. Denominei essa concepção de epistemologia heurística, que foi se revelando, cada vez mais, precursora da heurística kantiana e de vários aspectos centrais da epistemologia contemporânea.

• 1975

( 1 ) 1. Loparic, Z. (1975). À procura de um Descartes segundo a ordem de dificuldades. Discurso, (6), 151-185. Reeditado em (95).    

• 1988

( 2 ) 26. Loparic, Z. (1988). A propos du cartésianisme gris de Marion. Manuscrito, 11(2), 129-133. Traduzido em (95).

• 1989

( 3 ) 30. Loparic, Z. (1989). Paradigmas cartesianos. Cadernos de História e Filosofia da Ciência, série 2, 1(2), 185-212. Reeditado em (95).

• 1991

( 4 ) 49. Loparic, Z. (1991). Sobre o método de Descartes. Manuscrito, 14(2), 93-112. Reeditado em (95).

• 1995

( 5 ) 74. Loparic, Z. (1995). Descartes desconstruído. Cadernos de História e Filosofia da Ciência, série 3, 5(1-2), 183-203.

• 1997

( 6 ) 95. Loparic, Z. (1997). Descartes heurístico. Campinas: IFCHUnicamp. Coleção Trajetória, n. 5. Reedição de (1), (30) e (49). Tradução de (26).

• 2008

( 7 ) 202. Loparic, Z. (2008). O ficionalismo de Osiander. Cadernos de História e Filosofia da Ciência, série 3, 18(1), 227-251. Reedição parcial de (6).
( 8 ) 203. Osiander, A. (2008). Prefácio ao De revolutionibus orbium coelestium, de Copérnico. Tradução de Z. Loparic. Cadernos de História e Filosofia da Ciência, série 3, 18(1), 253-257. Reedição parcial de (6). (Tradução do latim).

• 2015

( 9 ) 258. Loparic, Z. (2015). Prefácio. In F. C. Scherer, Intuição e dedução em Reagulae de Descartes: uma leitura alternativa (pp. 13-23). São Paulo: DWW Editorial.