XVII Colóquio Winnicott de Campinas

Apresentação

O Paciente Borderline 

Esse colóquio tem como objetivo discutir o transtorno borderline, em sua natureza específica e etiologia, segundo a perspectiva winnicottiana.  

Esse transtorno é relativamente recente: foi só em meados do século XX que ele surgiu como categoria diagnóstica, e vem desde então sendo estudado de forma crescente por clínicos e pesquisadores.  Desde o final do século XIX, contudo, em trabalhos de pesquisadores isolados, em psiquiatria e psicanálise, encontram-se descrições de sintomas ou síndromes, que se aproximam, como que precursores, do que se configura hoje como transtorno borderline (cf. Kahlbaum 1884, 1890). Em 1942, Helène Deutsch traçou uma interessante fenomenologia clínica de pacientes que ela denominou personalidades “como se”, e que seriam, segundo Winnicott num artigo de 1963, o que ele chama personalidades de tipo “falso si-mesmo”. Enquanto no DSM-II (APA, 1968) e na CID-9 (OMS, 1976), o termo borderline se situava dentro do espectro das psicoses, associado à esquizofrenia, no DSM-III de 1980, e mesmo no DSM-IV e no CID-10, o quadro borderline sai do espectro da esquizofrenia para tornar-se um quadro de “transtorno de personalidade emocionalmente instável”.  

Entender a natureza do transtorno borderline e seu possível tratamento foi, sem dúvida, uma das motivações centrais da obra de Winnicott. Embora André Green, em seu livro La folie privée (1990), tenha reconhecido que Winnicott é especificamente o analista dos casos-limite, o autor inglês não é mencionado em muitas coletâneas que abordam a síndrome.  Dentro do quadro da teoria winnicottiana dos distúrbios maturacionais, o transtorno borderline é um sistema defensivo, de tipo psicótico, deflagrado já na etapa mais primitiva da vida, e cujo cerne é a defesa de tipo falso si-mesmo. Essa defesa se erige como reação à falha ambiental que não protege a continuidade de ser do bebê. Como em qualquer outro distúrbio, nas classificações propostas por Winnicott, o que permite sua caracterização diagnóstica é primariamente a etapa do amadurecimento em que a dificuldade surgiu, acrescido do tipo de falha ambiental que propiciou a distorção do amadurecimento, e apenas secundariamente a sintomatologia. Nos casos borderline, o que provoca a reação defensiva é o fato de a mãe, ao invés de se adaptar ao bebê e permitir-lhe o exercício da criatividade originária, forçá-lo a adaptar-se ao ambiente; é a mãe que se impõe ao bebê, cujo gesto espontâneo fica então inibido e substituído pelo gesto da mãe. Esse é o ponto de origem da defesa de tipo falso si-mesmo, destinado a isolar e proteger o verdadeiro si-mesmo, quando o ambiente não dá lugar à espontaneidade.  

A defesa de tipo falso si-mesmo – cujo traço central é essa submissão que, estabelecida muito cedo, constitui uma base doentia para a vida, pode ter diferentes graus de gravidade, que incluem um grau relativo à saúde, e apresenta-se em diversos tipos – o que se autossustenta, o neurótico, o mental, o que agrada etc . O tratamento dessa patologia é um desafio clínico, já de começo porque, se o analista ou terapeuta desconhece a problemática do falso si-mesmo, ele pode facilmente se enganar e tomar o paciente por um neurótico comum.  

Para os borderlines, faz-se necessária uma clínica modificada, que leve em conta a sua necessidade de regressão à dependência e que possa atender às necessidades que surgem da imaturidade que ficou enclausurada numa falsa integração e numa pseudo-eficiência.  

Elsa Oliveira Dias 

Programação

09h00 Abertura | Luciana Sarkozy
09h20 – 09h50 Palestrante 1 | Zeljko Loparic
Título: O caráter exemplar da patologia borderline
09h50 – 10h10 Debate
Mediação: Renan Andrade
10h10 – 10h40 Palestrante 2 | Alfredo Naffah Neto
Título: A defesa do intelecto hipertrofiado e cindido do restante da personalidade em duas modalidades de funcionamento: como falso self patológico e como refúgio psíquico
10h40 – 11h00 Debate
Mediação: Felippe Lázaro Salomão
11h00 – 11h20 Intervalo
11h20 – 11h50 Palestrante 3 | Tania Hammoud
Título: Relato da história de uma longa jornada em busca de si mesma – algumas reflexões a partir de um caso clínico.
11h50 – 12h10 Debate
Mediação: Caroline Ferrer
12h10 – 13h10 Almoço
13h10 – 14h30 Comunicação I – Camila Esteves Cambaúva
Título: A escuta de pacientes borderline no CAPS: um relato de experiência
Comunicação II – Carolina Padilha
Título: Relação mãe-filha, adolescência e violência materna: um olhar winnicottiano
Comunicação III – Renata Merino Kallas
Título: Adicção a drogas e funcionamentos limites: articulações teórico-clínicas
Comunicação IV – Ana Cristina Gomes
Título: Psicose e o epicentro do menino terremoto
Mediação: Caroline Ferrer
14h30 – 15h00 Palestrante 4 | Daniela Guizzo
Título: O atendimento de uma criança e a configuração de um quadro borderline
15h00 – 15h20 Debate
Mediação: Érico Nuñez
15h20 – 15h50 Palestrante 5 | Maria Cecilia Schiller
Título:
Manejo de uma paciente borderline – regressão e transferência delirante
15h50 – 16h10 Debate
Mediação: Isabel Bravo
16h10 – 16h30 Intervalo
16h30 – 17h00 Palestrante 6 | Flávio Del Matto Faria
Título: Personalidades Borderline: aspectos clínicos.
17h00 – 17h20 Debate
Mediação: Érika Vendramini
17h20 Encerramento

Resumos e minicurrículos

Palestrantes:


Alfredo Naffah Neto

Minicurrículo: Alfredo Naffah Neto é psicanalista, mestre em filosofia pela USP, doutor em psicologia clínica pela PUC-SP, onde é professor titular no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica. Também é professor e supervisor do IBPW e da IWA, colaborando atualmente na formação de psicanalistas chineses. Em consultório particular, pratica psicanálise, psicoterapia de casal e de família. Seus últimos livros foram: Almeida, A. P. & Naffah Neto, A. (orgs.) Perto das Trevas – a depressão em seis perspectivas psicanalíticas, Blucher, 2022 e Naffah Neto, A. Veredas Psicanalíticas – à sombra de Winnicott, Blucher, 2023.

Título: A defesa do intelecto hipertrofiado e cindido do restante da personalidade em duas modalidades de funcionamento: como falso self patológico e como refúgio psíquico
Resumo: Esta palestra pretende descrever a defesa psicótica do intelecto hipertrofiado e cindido do restante da personalidade em duas modalidades de funcionamento: 1) como uma modalidade de falso self patológico, que atua como um escudo protetor do self verdadeiro, filtrando tudo o que pode atingi-lo como impacto ambiental ou instintual e somente deixando passar a dimensão intelectual desses impactos; 2) como um refúgio psíquico, no qual o sujeito se esconde sempre que se sente ameaçado pelos impactos ambientais ou instintuais, separando a psique do soma (num processo de despersonalização) e permanecendo errando a esmo, sem marcações claras de tempo e espaço.


Daniela Guizzo

Minicurrículo: Psicóloga Clínica desde 1996 (UCDB – MS). Mestre em Psicologia Clínica (PUC-SP) com a dissertação “Winnicott e as origens da moralidade” em 2006. Doutora em Psicologia Clínica (PUC-SP) com a tese “O Caso Piggle e as depressões infantis na psicanálise winnicottiana” em 2011. Psicanalista pelo Instituto Brasileiro de Psicanálise Winnicottiana. Professora credenciada (IBPW). Analista e supervisora em consultório particular.

Título: O atendimento de uma criança e a configuração de um quadro borderline
Resumo: Esta palestra consiste em apresentar uma pesquisa sobre os estudos de Winnicott acerca de casos borderline e do manejo orientado pelo autor a ser feito neste tipo de casos. Será apresentado o caso de uma criança que foi atendida dos 8 aos 12 anos, data em que seu tratamento foi interrompido por sua família apesar da contraindicação da terapeuta e que voltou para o tratamento somente aos 16 anos apresentando graves complicações decorrentes do avanço da doença.


Flávio Del Matto Faria

Minicurrículo: Possui Doutorado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela PUC-SP (2003) e Mestrado em Psicologia (Psicologia Clínica) pela PUC-SP (1997). Especialização em Psicologia Clínica (CRP – 06). Especialização em Psicoterapia psicanalítica da pré-Adolescência e da Adolescência pelo Instituto Sedes Sapientiae. Psicanalista, professor, orientador e supervisor clínico associado do IBPW. Coordenador geral do Serviço de Atendimento Psicanalítico do IBPW. Experiência na área de Psicologia, com ênfase em Intervenção Terapêutica, atuando principalmente nos seguintes temas: psicologia, psicoterapia, suicídio, formação, psicanálise e Winnicott.

Título: Personalidades Borderline: aspectos clínicos.
Resumo: Personalidades borderline exigem uma abordagem clínica específica assentada naquilo que chamamos de psicanálise modificada. O conceito começa a ser desenvolvido por Winnicott a partir de seu texto “A mente e sua relação com o psique-soma” , quando ele analisa o que naquele trabalho chamou de ” personalidades como se” e esse desenvolvimento se estende ao longo de sua obra em vários outros artigos, entre eles ” Divisão do ego em termos de verdadeiro self e de falso self”. Por sua vez as personalidades esquizóides que apresentam características bastante diversas das personalidade “como se” podem ser melhor entendidas a partir do texto “Holding e interpretação”. Em ambos os casos, a regressão à dependência, necessária para que o paciente consiga chegar a integração, deve ser avaliada em termos dos seus riscos e dos possíveis ganhos para o paciente. Neste trabalho serão apresentadas algumas vinhetas clínicas que ilustram aspectos da elaboração de diagnóstico e do tratamento.


Maria Cecília Schiller

Minicurrículo: Possui graduação em Medicina pela Universidade do Rio de Janeiro. Graduação em Psicologia pela PUC RJ. Licenciatura em Psicologia pela PUC RJ. Titulada como Psicanalista pela Sociedade Brasileira de Psicanálise do Rio de Janeiro. Full Member da Associação Internacional de Psicanálise (IPA 1985). Analista associada da Sociedade Brasileira de Psicanálise (1986). Membro da Associação Brasileira de Psicanálise (FEBRAPSI). Membro Associado da Federação Psicanalítica da América Latina (FEPAL). Membro e professora credenciada do IBPW. Membro da IWA.

Título: Manejo de uma paciente borderline -regressão e transferência delirante
Resumo: O presente trabalho é sobre um caso atípico, com a duração de 40 anos de contato, dos quais apenas os 6 primeiros foram atendidos em consultório. Os aspectos centrais são a regressão à dependência absoluta e a transferência delirante que reaparece, levando a que me procure periodicamente. São abordadas as dificuldades no manejo, referentes às características da transferência e contratransferência.


Tânia Hammoud

Minicurrículo: Psicóloga pela USP (1973), psicanalista pelo Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae (1985), professora convidada do CWSP (desde 2007 até a presente data), atuando em consultório particular desde 1974, com crianças e seus pais nos vinte e dois anos iniciais e com adultos desde 1990 até a presente data, participante do grupo de estudos conduzido pelo Prof. Z. Loparic de 2004 até 2019.

Título: Relato da história de uma longa jornada em busca de si mesma – algumas reflexões a partir de um caso clínico.
Resumo: O texto se propõe a refletir sobre os padrões de defesa dos casos fronteiriços e, a partir de um caso clínico, analisar as dificuldades e as possibilidades de manejo na clínica.


Zeljko Loparic

Minicurrículo: Professor-titular aposentado de filosofia da Unicamp. É fundador de várias instituições, nacionais e internacionais, entre elas da Sociedade Kant Brasileira (1989), do International Winnicott Association (2013) e do Instituto Winnicott, do qual é presidente (desde 2015). Em 2004, idealizou e iniciou, com Elsa Oliveira Dias, o Curso de Formação Winnicottiana, hoje ministrado internacionalmente.

Título: O caráter exemplar da patologia borderline
Resumo: No paradigma winnicottiano, a psicose e a tendência antissocial, distúrbios maturacionais decorrentes de fatores etiológicos externos que impingem sobre o processo de amadurecimento e resultam em privações e deprivações, passaram a ocupar o lugar central, substituindo, nessa posição, as depressões reativas e as neuroses, desordens atribuídas aos fatores internos, a saber, os conflitos intrapessoais relativos à administração dos instintos. Na sua teoria das psicoses, Winnicott atribui caráter exemplar à patologia borderline, que, em muitos casos, encobre a sintomatologia psicótica com várias outras, entre elas a neurótica, psico-somática, de homossexualidade, performática, antissocial, de distúrbio de caráter e psicopatia, todas elas revelando a cisão entre o verdadeiro si-mesmo ameaçado de aniquilamento e alguma formação defensiva do falso si-mesmo patológico. Isso que exige do terapeuta 1) o diagnóstico maturacional que apure a variedade de fatores etiológicos externos e internos e 2) o uso de procedimentos propostos por Winnicott, e não aceitos pela psicanálise tradicional, para o tratamento desse tipo de fracasso maturacional. Detalhes do tratamento de casos borderline serão usados para ilustrar esses aspectos da revolução na teoria e na clínica psicanalíticas produzida por Winnicott.

 

Comunicações:

Ana Cristina Gomes

Minicurrículo: Cris Gomes, psicanalista, psicóloga clínica, mestrado pela PUC-SP, membro do IBPW, membro do EPW-SP desde a sua fundação; Membro do Grupo Acesso, ambos vinculados ao Instituto Sedes Sapientiae; formação pelo Departamento de Psicanálise com criança e em fase de finalização de sua formação no Instituto Brasileiro de Psicanálise Winnicottiana. Além da formação acadêmica sou mãe de quatro, avó de cinco; bordo e pinto literal e simbolicamente.
Título: Psicose e o epicentro do menino terremoto
Resumo: Uma descrição de um caso de psicose infantil, atendido em uma instituição. Apresentou questões que envolveram manejos e adaptações do setting. Uma criança de quase 6 anos, que foi adotada, tendo uma história pregressa desastrosa, em vários níveis, e uma adoção que também apresentou questões relevantes. Nesse trabalho apresento alguns dos manejos realizados.

Camila Esteves Cambaúva

Minicurrículo: Psicóloga graduada pelo Centro Universitário da Fundação Hermínio Ometto de Araras. Pós-graduanda em Saúde Mental e Atenção Psicossocial pelo Centro Universitário de Araras Dr. Edmundo Ulson. Integra, desde julho de 2023, a equipe do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS III) 18 de maio do Município de Rio Claro. Além disso, atua como psicóloga clínica desde março de 2023, com abordagem psicanalítica.
Título: A escuta de pacientes borderline no CAPS: um relato de experiência
Resumo: O atendimento a pacientes borderline nos Centros de Atenção Psicossocial desafia equipes de saúde mental devido à complexidade e aos preconceitos envolvidos. Este trabalho busca relatar as experiências no atendimento destes pacientes. Este estudo de caso ilustra o desafio de cuidar de uma jovem com Transtorno de Personalidade Borderline. Os resultados evidenciam a importância do vínculo terapêutico e a necessidade de uma abordagem centrada no “espaço de cuidado suficientemente bom”, baseada na ética do cuidado e na teoria winnicottiana, onde os profissionais incorporam o cuidado em suas práticas, de maneira semelhante ao oferecido por uma mãe a um bebê.

Carolina Rizzatto Martins Padilha

Minicurrículo: Psicóloga, Mestra e Doutoranda em Psicologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo. Psicóloga Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
Título:Relação mãe-filha, adolescência e violência materna: um olhar winnicottiano
Resumo: Esse estudo teve como objetivo compreender a percepção de mãe e de filha adolescente sobre a relação entre elas, permeada pela violência materna. Trata-se de estudo de caso que se norteou pelo referencial winnicottiano. Participou uma díade mãe-filha selecionada em serviço especializado em violência intrafamiliar e empregou-se o Procedimento de Desenhos-Estórias com Tema como mediador do encontro individual com cada uma. Os resultados evidenciaram a dificuldade da genitora de lidar com a diferenciação e busca por autonomia da filha, por isso perpetrava graves violências contra a adolescente. Nessa dinâmica cativa, o desenvolvimento emocional da adolescente não era favorecido

Renata Merino Kallas

Minicurrículo: Graduada pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, onde também realizou suas pesquisas de Mestrado e de Doutorado – Departamento de Psicologia Clínica. Foi docente da Universidade Bandeirante (UNIBAN). Atualmente, trabalha em consultório particular e integra o Laboratório Interdepartamental de Técnicas de Exame Psicológico da Universidade de São Paulo (LITEP-USP) e a Rede Internacional Métodos Projetivos e Psicanálise (Réseau MPP).
Título: Adicção a drogas e funcionamentos limites: articulações teórico-clínicas.
Resumo: A adicção a drogas caracteriza-se pelo recurso a uma substância como único meio capaz de trazer alívio aos estados de angústia. Não há consenso acerca da reunião dos pacientes dependentes químicos em uma estrutura especificamente adictiva, mas nos casos em que as drogas assumem status de único caminho possível ao alívio do sofrimento interno, a dinâmica psíquica aproxima-se daquela exibida nos funcionamentos limites da personalidade. A partir disso, construiu-se uma reflexão teórico-clínica, de abordagem winnicottiana, traçando um paralelo entre a etiologia e a consequente dinâmica psíquica dos pacientes adictos a drogas e daqueles classificados como funcionamentos limites da personalidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Inscrição

INSCRIÇÕES ENCERRADAS

*Haverá certificado de participação para todos os inscritos.

*O evento será ministrado inteiramente online e a gravação ficará disponível por 30 dias.

VALORES
Filiados IBPW: R$ 100,00
Estudantes: R$ 132,00
Profissionais: R$ 165,00

Preencha o formulário abaixo, com o seu nome completo, para se inscrever.

O Instituto Brasileiro de Psicanálise Winnicottiana, não se responsabiliza por eventuais problemas ou dificuldades técnicas do inscrito no momento da transmissão online.

Política de cancelamento de inscrição em eventos
1. O prazo máximo para cancelamento de participação é de até 07 (sete) dias de antecedência do evento.
2. A inscrição no evento somente será cancelada mediante envio de comunicação para o e-mail: admin@ibpw.org.br
3. Serão devolvidos 80% (oitenta por cento) do valor pago, até o último dia útil subsequente ao mês de realização do evento.
4. A inscrição é PESSOAL e INTRANSFERÍVEL.
5. Em caso de não comparecimento no dia do evento o valor investido na inscrição não será reembolsado, não será gerado crédito para outros eventos e não dará direito ao envio de materiais que possam vir a ser entregues no curso.

Comunicação

Envie o seu trabalho para o email: comunicacao@ibpw.org.br 

CRONOGRAMA:
Até 31/10/23 – envio dos trabalhos
Até 03/11/23 – divulgação da lista de trabalhos aceitos
Até 08/11/23 – data limite para a inscrição no evento dos participantes com trabalhos selecionados, caso ainda não estejam inscritos

REGRAS DE APRESENTAÇÃO

  1. Aceitaremos comunicações sobre Winnicott, de preferência sobre o tema do Colóquiomas não exclusivamente.
  2. Para submeter as comunicações, não será necessário fazer previamente a inscrição no Colóquio. Todos que tiverem seus trabalhos aprovados terão, no entanto, que efetuar suas inscrições para confirmar a participação até o dia 08/11/2023. A lista dos trabalhos selecionados será divulgada até 03/11/2023neste site.
  3. Após o aceite do trabalho, não será permitida a troca do apresentador.
  4. Os outros autores, que desejarem estar presente à apresentação do trabalho, deverão estar devidamente inscritos no Congresso.
  5. A apresentação acontecerá em mesa redonda, composta por três trabalhos, com 20 minutos para a apresentação. A distribuição nas mesas estará a critério da comissão organizadora do congresso.
  6. Somente receberão certificados os autores inscritos no Colóquio, mesmo que o trabalho tenha mais de um autor.

 

ESPECIFICAÇÕES PARA O ENVIO DO TRABALHO

  1. minicurrículo de até 10 linhas.
  2. resumo para avaliação de 200-500 palavras; documento Word 97 ou superior; formato: Times New Roman 12; entrelinha: 1,5. O argumento deve apresentar o problema central que motivou o estudo, as questões levantadas e reflexão teórica para responder ou discutir as questões apresentadas.
  3. resumo para Caderno de Resumos(caso o trabalho seja aceito): máximo de 100 palavras, seguindo as mesmas especificações.

Havendo interesse, as comunicações aceitas e apresentadas no Colóquio poderão ser submetidas para publicação à revista Natureza Humana até 30 dias após o evento. Para essa submissão, os interessados devem acessar https://revistas.dwwe.com.br/index.php/NH/about/submissions e seguir as instruções nele contidas.

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