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Curso de Formação Winnicottiana

Descrição

O curso é composto de uma parte teórica e uma parte clínica.

Na parte teórica são estudadas:

  1. a teoria winnicottiana do amadurecimento;
  2. a classificação dos distúrbios psíquicos e
  3. a etiologia dos distúrbios psíquicos no processo do amadurecimento.

A parte clínica comporta:

  1. o exame dos conceitos centrais da clínica winnicottiana (setting, regressão, transferência e interpretação);
  2. a análise dos casos clínicos descritos por Winnicott;
  3. supervisões em grupo de casos clínicos apresentados pelos alunos, com pelo menos dois supervisores diferentes e
  4. supervisões individuais de casos clínicos.

CURSO DE FORMAÇÃO WINNICOTTIANA
Centros Winnicott: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vale do Paraíba e Joinville.

TAXA DE INSCRIÇÃO
R$ 150,00
Pagamento à vista no cartão de débito ou crédito até o dia 15/02/2018.

FILIAÇÃO
R$ 540,00
Pagamento em parcela única no cartão de débito ou crédito até o dia 15/02/2018.
Pagamento parcelado (em até 05 vezes) até o dia 28/02/2018.

(1º e 2º ano)
R$ 3.091,20
Valores para 1 (uma) disciplina por semestre 
Pagamento em parcela única no cartão de débito ou crédito com 5% de desconto
até o dia 15/02/2018.

Pagamento parcelado (em até 05 vezes) até o dia 28/02/2018.

(3º e 4º ano)
Valores para 1 (uma) disciplina por semestre 
R$ 3.400,55
Pagamento em parcela única no cartão de débito ou crédito com 5% de desconto
até o dia 15/02/2018.

Pagamento parcelado (em até 05 vezes) até o dia 28/02/2018.

Valores para o pagamento de 2 (duas) disciplinas por semestre

1º e 2º ano 
Pagamento em parcela única no cartão de débito ou crédito com 5% de desconto até o dia 15/02/2018.

3º e 4º ano
Pagamento em parcela única no cartão de débito ou crédito com 5% de desconto até o dia 15/02/2018.

CENTRO WINNICOTT DE RECIFE

TAXA DE INSCRIÇÃO
R$ 150,00
Pagamento à vista no cartão de débito ou crédito até o dia 15/02/2018.

FILIAÇÃO
R$ 405,00
Pagamento em parcela única no cartão de débito ou crédito até o dia 15/02/2018.
Pagamento parcelado (em até 05 vezes) até o dia 28/02/2018.

MENSALIDADE
R$ 2.967,00
Pagamento em parcela única no cartão de débito ou crédito com 5% de desconto
até o dia 15/02/2018.

Pagamento parcelado (em até 05 vezes) até o dia 28/02/2018.

Taxa de inscrição: R$ 150,00 (cento e cinquenta reais), no ato da matrícula. 
Forma de pagamento: à vista (dinheiro, cheque ou cartão de débito)

Filiação: R$ 540,00 (quinhentos e quarenta reais). O valor deve ser pago junto com as mensalidades. 
Forma de pagamento: à vista (cartão de crédito ou débito) em até 06 parcelas de R$ 90,00 (noventa reais)

*Para manter os benefícios oferecidos pela Instituição o pagamento da filiação deve estar em dia, mesmo no caso de trancamento do curso.

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GRUPO DE ESTUDOS DE RECIFE



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Grade Curricular

Primeiro ano - Formação Teórica

1º sem - Fundamentos da psicanálise winnicottiana: a teoria do amadurecimento

Fundamentos da psicanálise winnicottiana: a teoria do amadurecimento

O curso visa apresentar a teoria winnicottiana do processo de amadurecimento pessoal. São explicitadas, de início, as características gerais do processo e, em seguida, as tarefas e conquistas de cada um dos estágios, perfazendo o processo que vai do estado de dependência absoluta até a independência relativa, passando pela fase de dependência relativa.

Bibliografia:
Consulte também esta lista.

Esboço do paradigma winnicottiano

KUHN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas (Posfácio)

LOPARIC, Zeljko. 1995: “Winnicott e o pensamento pós-metafísico”, Psicologia USP, vol. VI (2), 39-61.
___. 1996: “Winnicott: uma psicanálise não-edipiana”, Percurso, ano IX, n. 17, pp. 41-47.
___. 2002: “Esboço do paradigma winnicottiano”, Cadernos de história e filosofia da ciência, v. 11, n. 2, pp. 7-58.

WINNICOTT, D. W. 1945h: “Para um estudo objetivo da natureza humana”, in 1996a: Pensando sobre crianças
___. 1965vb: “O preço de desconsiderar a pesquisa psicanalítica”, in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.
___. 1986k [1961]: “Psicanálise e ciência: amigas ou parentes?”, in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.

O processo de amadurecimento: características gerais

WINNICOTT, D. W. 1971f: “O conceito de indivíduo saudável”, in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.
___. 1988: Natureza Humana. [Introdução e Parte I]

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. [Introdução, item 1; Cap. II, itens de 1 a 7]

Nascimento. Estágios pré-primitivos. A criatividade primária

WINNICOTT, D. W.. 1988: Natureza Humana. (Parte IV, em especial capítulos 5 e 9).
___. 1958f “Memórias de nascimento, trauma de nascimento e ansiedade”, in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. (Introdução, item 1; Cap. III, itens de 1 a 7).

As tarefas na dependência absoluta I: temporalização e espacialização

WINNICOTT, D. W. 1945d: “Desenvolvimento emocional primitivo” (em especial o item Desenvolvimento emocional inicial), in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.
___. 1949d: “Pormenores da alimentação do bebê pela mãe”, in Winnicott 1964a: A criança e o seu mundo.
___. 1965q: “Agora estão com cinco anos”, in Winnicott 1993a: Conversando com os pais.

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. (Cap. III, itens 4 e 7.1).

As tarefas na dependência absoluta II: alojamento da psique no corpo

WINNICOTT, D. W. 1988: Natureza humana. (Introdução e Parte 1).
___. 1969g: “Fisioterapia e relações humanas”, in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.
___. 1971d: “As bases para o si-mesmo no corpo”, in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. (Cap. II item 4; Cap. III, itens 6 e 7.2).

As tarefas na dependência absoluta III: relações ambientais e relações objetais

WINNICOTT, D. W. 1949m: “O mundo em pequenas doses”, in Winnicott 1964a: A criança e o seu mundo
___. 1988: Natureza humana. (Parte IV, Cap. I).

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. (Cap. III, item 7.3).

As tarefas na dependência absoluta IV: identificação primária e constituição do si-mesmo inicial

WINNICOTT, D. W. 1988: Natureza humana, parte 4, cap. 2, em especial o item “Integração”.
___. 1965n: “A integração do ego no desenvolvimento da criança”, in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.
___. 1971r: “O brincar: a atividade criativa e a busca do eu (self)”, in Winnicott 1971a : O brincar e a realidade.

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. (Cap. III, item 7, em especial 7.4).

Dependência relativa I: o processo de desilusão e início de funcionamento mental

WINNICOTT, D. W. 1954a: “A mente e sua relação com o psique-soma”, in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. (cap. IV, item 1).

Dependência relativa II: fenômenos transicionais, precursores do brincar. Espaço potencial

WINNICOTT, D. W. 1953c: “Objetos Transicionais e Fenômenos Transicionais”, in Winnicott 1971a: O brincar e a realidade.

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. (Cap. IV, item 2).

Dependência relativa III: o uso do objeto e o estágio do EU SOU

WINNICOTT, D. W. 1969j: “O uso de um objeto e o relacionar-se mediante identificações”, in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.
___. 1958j: “O primeiro ano de vida”, in Winnicott 1965a: A família e o desenvolvimento do indivíduo.
___. 1984h: “Sum: EU SOU” , in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. (Cap. IV, itens 3 e 4).

Dependência relativa IV: estágio do concernimento

WINNICOTT, D. W. 1988: Natureza humana, parte III.
___. “A posição depressiva no desenvolvimento emocional normal”, in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.
___. 1963b: “O desenvolvimento da capacidade de se preocupar”, in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. (cap. IV, item 5).

Rumo à independência I: o papel do pai. A criação da família

WINNICOTT, D. W. 1945i: “E o pai?", in Winnicott 1964a: A criança e seu mundo. Rio de Janeiro: LTC Editora. 
___. 1988: Natureza humana, parte II, capítulos 1 e 2. 
___. 1965p: “Família e a maturidade emocional”, in Winnicott 1965a: A família e o desenvolvimento do indivíduo.

ROSA, Claudia D. 2011: O pai no processo de amadurecimento em D.W.Winnicott. Coleção Psicanálise Winnicottiana – Winnicott na Escola de São Paulo.

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. (cap. II, item 9; cap. IV, item 5 e 6).

Rumo à independência II: relações triangulares, pré-genitais e genitais

WINNICOTT, D. W. 1988: Natureza humana, parte II.

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. (cap. IV, item 6). tem 6).

Independência relativa: A latência e a adolescência

WINNICOTT, D. W. 1969c: “Conceitos contemporâneos do desenvolvimento adolescente e suas implicações para a educação superior”, in Winnicott 1971a: O brincar e a realidade.
___. 1962a: “A luta para superar depressões”, in Winnicott 1984a: Privação e delinqüência.

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. (cap. IV, item 7).

As tarefas da idade adulta. Envelhecimento e a capacidade de morrer

WINNICOTT, D. W. 1971f: “O conceito de indivíduo saudável”, in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.
___. 1986h : “Vivendo de modo criativo”, in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.
___. 1950a: “Algumas reflexões sobre o significado da palavra ’democracia’”, in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.
___. 1967b: “A localização da experiência cultural”, in Winnicott 1971a: O brincar e a realidade.
___. 1969a: “Berlin Walls”, in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.
___. 1969b: “Freedom”, in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.

WINNICOTT, Clare. 1989: “D.W.Winnicott: uma reflexão”, in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.

DIAS, Elsa O. 2003: A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott (cap. IV, item 8).

Dependência relativa II e III (revisão e aprofundamento): fenômenos transicionais/espaço potencial/uso do objeto/ estágio do EU SOU

WINNICOTT, D.W. 1953c: “Objetos Transicionais e Fenômenos Transicionais", in Winnicott 1971a: O brincar e a realidade. 
___. 1969j: " O uso de um objeto e o relacionar-se mediante identificações", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.
___.1958j: “O primeiro ano de vida", in Winnicott 1965a: A família e o desenvolvimento do indivíduo.
___. 1984h; “Sum: EU SOU", in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.
DIAS, ELSA O. 2003: A teoria do amadurecimento de D.W. Winnicott. (Cap. IV, itens 2,3 e 4)

2º sem - Winnicott na história da psicanálise

Winnicott na história da psicanálise e de outras áreas da saúde

Na presente disciplina será estudada, em primeiro lugar, a história da psicanálise à luz dos debates de Winnicott com dois grupos de seus predecessores ou interlocutores contemporâneos: 1) os psicanalistas de linhagem freudiana (Freud, Klein, Bion, Lacan) e 2) os dissidentes ou independentes (Jung, Ferenczi, Balint). Em segundo lugar, serão examinadas as incursões críticas e contribuições positivas de Winnicott nas áreas de pediatria, psiquiatria infantil e de adultos, assistência social, educação e vida social. Esse estudo permitirá explicitar, com mais precisão e detalhes do que a disciplina sobre a teoria do amadurecimento, a mudança paradigmática realizada por Winnicott nessas disciplinas (consistindo na sua teoria do amadurecimento, sua psicopatologia, sua teoria da natureza humana e sua clínica), determinar o seu lugar no desenvolvimento destas até o presente momento e avaliar as perspectivas que ele abriu para seu progresso futuro.

Bibliografia:
Consulte também esta lista.

Winnicott sobre Winnicott

WINNICOTT D. W. 1989f [1967]: “D. W. W. sobre D. W. W.”, in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.
___1965va [1962]: “Enfoque pessoal da contribuição kleiniana”, in Winnicott 1965b:O ambiente e os processos de maturação.

Winnicott e Freud I: Personalidade de Freud. Paradigma freudiano. Freud como terapeuta

Bibliografia básica:
LOPARIC, Z. 2001: Esboço do paradigma winnicottiano. Cadernos de história de filosofia da ciência, v. 11, n. 2.
WINNICOTT, 1988: Natureza Humana, parte II, caps. 1 e 2.
___1989: Explorações psicanalíticas, caps. 34.VII, 55 e 57.

Bibliografia de apoio:
LOPARIC, Z. De Freud a Winnicott: aspectos de uma mudança paradigmática. In Dias e Loparic (orgs.) 2011: Winnicott na Escola de São Paulo, pp. 29-58. São Paulo: DWW Editorial.
WINNICOTT, D. W. 1945: “Para um estudo objetivo da natureza humana”, in Winnicott, 1996 a: Pensando sobre crianças, cap. 1.

Winnicott e Freud II: Neuroses e psicoses. Análise padrão

Bibliografia básica:
FREUD, S. 1924. Perda de realidade na neurose e psicose.
___(1937): “Construções em análise”, in Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud, volume XXIII. Rio de Janeiro: Imago.
WINNICOTT, D. W. (1961a): “Variedades de psicoterapia”, in Winnicott, 1984: Privação e Delinquência, cap. 27.
___(1962): “Os objetivos do tratamento psicanalítico”, in Winnicott, 1965a: O ambiente e os processos de maturação, cap.15.

Bibliografia de apoio:
FREUD, S. 1924: Neurose e Psicose.
___(1923): “Psicanálise e teoria da libido”, in Sigmund Freud: Obras Completas, volume 16. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
___(1925): “Alguns complementos à interpretação dos sonhos” ( ler “Os limites da interpretabilidade”), in Sigmund Freud: Obras Completas, volume 16. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.
WINNICOTT, D. W (1956) : Pediatria e neurose infantil. In Winnicott, 1958: Da pediatria à psicanálise, cap. 26.
___1955: Variedades clínicas da transferência. In Winnicott, 1958: Da pediatria á psicanálise, cap. 23.
___1960: Contratransferência. In Winnicott, 1965a, cap. 14.
___ (1961b): Psiconeurose na infância. In Winnicott 1989: Explorações psicanalíticas, cap. 13.
___(1959-64) : Classificação. In Winnicott, 1965a, cap. 11.
___(1964) : A criança e o sexo. In Winnicott, 1964: A criança e seu mundo.
___(1989): A cura. In Winnicott, 1986: Tudo começa em casa.

Winnicott e Freud III: Ordem social. Cultura

DIAS, E. O. A teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott, cap. IV.
FREUD, S. (1911-13). Totem e tabu.
___ (1938). Moisés e o monoteísmo.
WINNICOTT, D. W. 1960: Família e a maturidade emocional. In Winnicott, 1965b: Família e o desenvolvimento do indivíduo, cap. 11. 
___1963: Moral e educação. In Winnicott, 1965a: O amadurecimento e os processos de maturação, cap. 8.
___1958: Psicanálise e o senso de culpa. In Winnicott, 1965a: O amadurecimento e os processos de maturação, cap. 1.
___ 1971a: O brincar e a realidade, caps. 7 e 8.
___1989: Explorações psicanalíticas, cap. 34.VII.

Winnicott e Klein I: Estágio da primeira mamada teórica vs. posição esquizo-paranóide e teoria da inveja

KLEIN, M. 1946: Notas sobre alguns mecanismos esquizoides. In: Inveja e gratidão, cap. 1.
___. Uma contribuição à psicogênese dos estados maníaco-depressivos (1935). Amor, culpa e reparação e outros trabalhos. Rio de Janeiro. Imago, 1996.
___.Notas sobre alguns mecanismos esquizóides (1946). Inveja e Gratidão. Rio de Janeiro. Imago, 2006.
SEGAL, Hanna. Introdução à obra de Melanie Klein. Rio de Janeiro. Imago, 1975. (em especial os capítulos III e V).
WINNICOTT, D. W. Enfoque pessoal da contribuição kleiniana. O ambiente e os processos de maturação (cap. 16).
___.Melanie Klein: sobre seu conceito de inveja (pontos I, II, III, IV do cap 53). Explorações psicanalíticas.
___.Cartas 25, 43, 59 e 67 do livro Gesto espontâneo.

Winnicott e Klein II: Estágio do concernimento vs. posição depressiva. Édipo precoce

WINNICOTT D.W. 1988. Natureza humana, parte II, cap. 2 e parte III. 
___1958. Da Pediatria à psicanálise, cap. 21

Winnicott e Bion, primeiro e tardio

OGDEN, THOMAS H. Lendo Bion. In: Esta arte da psicanálise. Porto Alegre. Artmed, 2010.
___. Sobre sustentar e conter, ser e sonhar. Idem.
ZIMERMAN, DAVID E. A obra: uma resenha dos trabalhos de Bion. In: Bion, da teoria à prática. Porto alegre. Artemed, 2004.
___. Bion e outros pensadores. Idem WINNICOTT, D.W. O pensar e a formação de símbolos. Explorações Psicanalíticas.
___. Cartas 57, 81, 83 e 109 de gesto espontâneo.

Winnicott e Lacan

LACAN, J. “O estágio do espelho”, in: Écrits.
___. Seminário. Livro I. Capítulos I.2; II, 5; XIII, Introdução; XVI. Introdução; cap. 1; XVII.Introdução, cap. 1; XVIII. Introdução; XVIII.3; XXI. Introdução
___. Seminário, livro II, caps. I.3 e 6.1.
___. Seminário, livro IV, cap. II.2 e VII.2
___. Seminário, livro X, cap. XXIII.1
___. Carta a Donald W Winnicott. Natureza humana, 7(2), 471-475

WINNICOTT, D. W. 1958: Da pediatria à psicanálise, capítulo 8
___. 1960: Carta a J. Lacan. Natureza humana 7(2), 469-470
___. 1965: O ambiente e os processos de maturação, cap. 2 (seção inicial)
___. 1971: O brincar e a realidade, caps. 1 e 9.

Winnicott e Jung I: O caso Jung

JUNG, C. Memórias, sonhos, reflexões, caps. 1-3

LOPARIC, Z. Winnicott e Jung. São Paulo: DWW editorial

WINNICOTT, D. W. Explorações psicanalíticas, cap. 57

Winnicott e Jung II: Teoria do amadurecimento como superação da oposição entre a psicanálise freudiana e a psicologia analítica de Jung

JUNG, C. Memórias, sonhos, reflexões, caps. 1-3

LOPARIC, Z. Winnicott e Jung. São Paulo: DWW editorial

WINNICOTT, D. W. Explorações psicanalíticas, cap. 57

Winnicott e Ferenczi

BALINT, Michael. 1968: Prefácio do Dr. Michael Balint, in S. Ferenczi 1968: Psicanálise I, São Paulo: Martins Fontes (pp. VII-X).
___.1969: Introdução ao Diário Clínico de S. Ferenczi. 1985: São Paulo: Martins Fontes.

DIAS, Elsa O. 2012: “Ferenczi: o affaire, o caso clínico e o analista precursor de Winnicott”, in Dias 2012: Sobre a confiabilidade e outros estudos. São Paulo: DWW editorial.

FERENCZI, S. 1931: “Análise de crianças com adultos”, in Ferenczi 1982: Psicanálise IV, São Paulo: Martins Fontes.
___. 1985 [1932]: Diário Clínico de S. Ferenczi. (janeiro-outubro). São Paulo: Martins Fontes.
___. 2000: Correspondência III

FREUD, S. 1911: “Formulações sobre os dois princípios do acontecer psíquico”, Obras Completas, vol. 12, pp. 217-45. Buenos Aires: Amorrortu.

GAY, Peter. 2004: Freud: uma vida para o nosso tempo. São Paulo: Companhia das Letras (pp. 182-84; 521-29)

JONES, Ernest. 1989: A vida e a obra de Sigmund Freud vol. III, Rio de Janeiro, Imago Editora.

ROAZEN, Paul. 1978: Freud e seus discípulos. São Paulo: Editora Cultrix (pp. 406-16).

SABOURIN, Pierre. 1982: Prefácio à Ferenczi: Psicanálise IV: “Vizir secreto e cabeça de turco”. São Paulo: Martins Fontes (pp. VII – XVI).

Winnicott e Balint

BALINT, M. 1992 [1968]: The Basic Fault, cap. 12. Evenston: Northwestern University Press. Tradução brasileira: A falha básica. São Paul: Zogodoni Médicas, 2014.
LACAN, O seminário, livro I, caps. I.2, XVI, XVII, XVIII.3, XXI.Introdução
WINNICOTT, D. W. 1989: Psycho-Analytic Explorations, cap. 52.I. London: Karnac,
WINNICOTT, D. W. 1987: The Spontaneous Gesture, cartas 20, 60, 78 e 102. Harvard.
Bibliografia de apoio:
BALINT, A. 1952[1939]. Love for the mother and mother love. In Balint, M. 1952, cap. 6.
___ 1952: Primary Love and Psycho-Analytic Technique, caps. 5 e 14. London: The Hogarth Press.
___ 1959: Thrills and Regressions, caps. 1, 7 e 11.

Winnicott e Fairbairn

FAIRBAIRN, W. R. D. 1952. Psycho-Analytic Studies of the Personality. London: Tavistock. 
WINNICOTT, Donald W. 1987b: Cartas 26, 45 e 47. In: O gesto espontâneo. 
___.1989: Pós-escrito: D.W.W sobre D.W.W. In: Winnicott 1989, Explorações Psicanalíticas.
___.1989 [1953]. Review of Psycho-Analytic Studies of the Personality. In: 1989a Explorações Psicanalíticas, cap. 50.

Winnicott e Bowlby

WINNICOTT, D. W. John Bowlby: I. Resenha de Maternal Care and Mental Health e II. Debate de Grief and Mourning in Infancy. Cap.51. Explorações Psicanalíticas.

BOWLBY, J. Cuidados maternos e saúde mental, (primeira parte, especialmente cap.5), Martins Fontes, São Paulo, 2002
___. Uma base segura, caps 1,2,3 e 7, Artes Médicas, Porto Alegre, 1989

Winnicott e Kohut

KOHUT, H. A psicanálise necessita de uma psicologia do self?. In: A Restauração do Self. Imago Editora. Rio de Janeiro, 1988
___. O complexo de Édipo e a psicologia do self. In: A Restauração do Self. Imago Editora. Rio de Janeiro, 1988.

WINNICOTT, D.W. Natureza humana. Parte II. Capítulo 2 (especialmente os pontos “O Complexo de Édipo, Reenunciando, Sexualidade infantil e Sumário"). Imago Editora. Rio de Janeiro, 1990.

Projetos de Winnicott para a pediatria e a psiquiatria

WINNICOTT, D. W. 1958: Da pediatria à psicanálise, cap. 13
___1965: O ambiente e os processos de maturação, cap. 18
___1971b. Família e o desenvolvimento individual, cap. 12

Winnicott, fisioterapia e outras terapias físicas dos distúrbios maturacionais

WINNICOTT, D.W. 1989. Explorações Psicanalíticas, caps. 63-67

Winnicott, assistência social, educação e cidadania

WINNICOTT, D. W. 1965a, cap. 20.
___1971b. Família e o desenvolvimento individual, caps. 17 e 18

Segundo ano - Formação Teórica

1º sem - Psicopatologia winnicottiana I: as psicoses

Psicopatologia winnicottiana I: as psicoses

O curso visa apresentar a teoria winnicottiana dos distúrbios psíquicos tendo como pano de fundo a teoria do amadurecimento anteriormente estudada.

São apresentadas as várias classificações de distúrbios psíquicos por ele formuladas e salienta-se a importância do diagnóstico.

O curso dá ênfase especial à teoria das psicoses, sua configuração histórica no pensamento de Winnicott e os elementos conceituais que a compõem. Casos clínicos de Winnicott são apresentados para ilustrar a teoria.

Bibliografia:
Consulte também esta lista.

A formação da teoria winnicottiana das psicoses

FREUD, S.1924: Neurose e Psicose

KLEIN, M.1946: Notas sobre alguns mecanismos esquizoides. In: Inveja e gratidão.

WINNICOTT, D. W. 1953a: Psicose e os cuidados maternos. In: Da pediatria à psicanálise, cap XVII.

Psicoses à luz da teoria do amadurecimento

WINNICOTT, D. W. 1986f: “A cura”, in Winnicott 1986: Tudo começa em casa.
___.1996f [1970]: “Psiquiatria infantil, serviço social e atendimento alternativo”, in Winnicott 1996a: Pensando sobre crianças.
___.1963c: “Os doentes mentais na prática clínica”, in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.
___.1958q: “Considerações teóricas no campo da psiquiatria infantil”, in Winnicott 1965a: A família e o desenvolvimento individual.
___. 1965h: “Classificação: existe uma contribuição psicanalítica à classificação psiquiátrica?" in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação
___. 1965s [1955]: “Influências de grupo e a criança desajustada", in Winnicott 1984a: Privação e delinqüência (em especial, o item “Classificação de casos").

O conceito winnicottiano de trauma. Os 5 sentidos de trauma

WINNICOTT, D. W. 1989d: “O conceito de trauma em relação ao desenvolvimento do indivíduo dentro da família", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas
___. 1989vk: “A psicologia da loucura: uma contribuição da psicanálise", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.

Os traumas primitivos – as agonias impensáveis: conceito e classificação

WINNICOTT, D. W. 1958d : “Ansiedade associada à insegurança", in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise
___. 1974: “O medo do colapso", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas
___. 1968c :"O conceito de regressão clínica comparado com o de organização defensiva", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas
___. 1989vk: “A psicologia da loucura: uma contribuição da psicanálise", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas
___. 1968d: “A comunicação entre o bebê e a mãe e entre a mãe e o bebê: convergências e divergências", in Winnicott 1987a: Os bebês e suas mães.

Etiologia das agonias impensáveis: a falha ambiental

WINNICOTT, D. W. 1954a: “A mente e sua relação com o psique-soma", in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise
___. 1958f : “Recordações do nascimento, trauma do nascimento e ansiedade", in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise
___. 1965vf: “O relacionamento inicial da mãe com o filho", in Winnicott 1965a: A família e o desenvolvimento do indivíduo.

As psicoses como organizações defensivas: cisão (entre o verdadeiro e o falso si-mesmo), dissociações e defesas contra as agonias impensáveis

WINNICOTT, D. W. 1990: Natureza Humana, parte IV, capítulos 1,2,4 e 6. 
___. 1953a: “Psicoses e cuidados maternos", in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.
___.1965m: “Distorção do ego em termos de falso e verdadeiro self", in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.
___.1987b: O gesto espontâneo, cartas n. 27,30,49 e 82.
___.1960c: " Teoria do relacionamento paterno-infantil", in Winnicott 1965b, em especial o item “isolamento do indivíduo". 
___.1665h: “Classificação: existe uma contribuição psicanalítica à classificação psiquiátrica?", in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação, em especial o item “Falso self".

Regressão à dependência. O medo do colapso

WINNICOTT, D. W. 1974: “O medo do colapso", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.
___1989vk: “A psicologia da loucura: uma contribuição da psicanálise”, in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.
___1967: “O conceito de regressão clínica comparado com o de organização defensiva", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.
___1954: “Aspectos clínicos e metapsicológicos da regressão dentro do setting psicanalítico" in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.

Esquizofrenia infantil e autismo. Ilustração clínica: o caso Bob

SERRALHA, CONCEIÇÃO A.: “O autismo na teoria do amadurecimento humano de Winnicott", Revista Natureza Humana, v. 5, n.1. (Artigo-resumo da dissertação de mestrado).
___. “A perspectiva winnicottiana sobre o autismo no caso de Vitor”, Revista Psyché, Ano VIII, no. 13, junho de 2004.

WINNICOTT, D.W.: 1996c: “Autismo”, in Winnicott 1996a: Pensando sobre crianças.
___.1968a: “A etiologia da esquizofrenia infantil em termos do fracasso adaptativo.”, in Winnicott 1996 a: Pensando sobre crianças.

___.1965i: “‘Bob", aos 6 anos", caso 4 de Winnicott 1971b: Consultas terapêuticas em psiquiatria infantil.

Personalidades fronteiriças: o falso si-mesmo patológico

WINNICOTT, D. W. 1965m: “Distorção do ego em termos de falso e verdadeiro self”, in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.
___. 1971g: “A criatividade e suas origens”, in Winnicott 1971a: O brincar e a realidade.
___.1963c: “Os doentes mentais na prática clínica”, in Winnicott 1965b:O ambiente e os processos de maturação.
___.1971r: “O brincar: a atividade criativa e a busca do eu (self)”, in Winnicott 1971a: O brincar e a realidade. (caso clínico).

Esquizofrenia latente

WINNICOTT, D. W. 1954a: “A mente e sua relação com o psique-soma", in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise
___. 1984h: “Sum: eu sou", in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa
___. 1989s: “Uma nova luz sobre o pensar infantil", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.

Personalidades esquizóides

WINNICOTT, D. W. 1989b [1966]: “Ausência e presença de um sentimento de culpa, ilustradas em duas pacientes”, in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas (ler o segundo caso clínico).
___.1989d: “O conceito de trauma em relação ao desenvolvimento do indivíduo dentro da família”, in Winnicott 1989a:Explorações psicanalíticas (em especial o item: “Sucinta descrição de outro caso”, p. 112).
___.1965vd: “Distúrbios psiquiátricos e processos de maturação infantil”, in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação (sobretudo a ilustração clínica).
___.1953c: “Objetos Transicionais e Fenômenos Transicionais”, in Winnicott 1971a: O brincar e a realidade (em especial a parte III: “Material clínico”).

Depressão esquizóide

WINNICOTT, D. W. 1964e: “O valor da depressão", in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.
___. 1988: Natureza humana, Rio de Janeiro: Imago, capítulo 1 da parte III.
___. 1963c: “Os doentes mentais na prática clínica" in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.

Distúrbios psicossomáticos I

DIAS, ELSA . 2008: “O distúrbio psicossomático em Winnicott”, in Rubens Marcelo Volich, Flávio Carvalho Ferraz e Wagner Ranña (org.): Psicossoma IV, corpo, história, pensamento, pp. 107–120.

WINNICOTT, D.W. 1969g: “Fisioterapia e relações humanas”, in Winnicott 1989a : Explorações psicanalíticas
___. Natureza Humana, (parte III, cap. 1, item “Lidando com as forças e objetos maus” e cap. 2, item “Ansiedade hipocondríaca”; IV, cap. 3: “A localização da psique no corpo” e cap. 11: “Reconsiderando a questão psicossomática”, item “Asma”)

Bibliografia Complementar

LOPARIC, Z. 2000: “O animal humano”, in Revista Natureza humana, 2000, vol. 2 no.

WINNICOTT, D.W. 1964a: “A criança e seu mundo”, caps. 2,4,5,6,7,8 e 11.

Distúrbios psicossomáticos II

WINNICOTT, D. W. 1966d: “O transtorno psicossomático”, in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas
___. 1971d: “As bases para o si-mesmo no corpo”, in Winnicott 1989a : Explorações psicanalíticas.

Distúrbios psicossomáticos III: aspectos de casos clínicos

WINNICOTT, D. W. 1966d: “O transtorno psicossomático”, in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.
___. 1971d: “As bases para o si-mesmo no corpo”, in Winnicott 1989a : Explorações psicanalíticas.

2º sem - Psicopatologia winnicottiana II: distúrbios não psicóticos

Psicopatologia winnicottiana II: distúrbios não psicóticos

O curso Distúrbios Psíquicos II visa apresentar a concepção de Winnicott sobre a natureza e a etiologia de todos os distúrbios psíquicos cuja origem é posterior, na linha do amadurecimento, aos estágios primitivos e, portanto, ao ponto de origem das psicoses. Será retomada a classificação winnicottiana dos distúrbios psíquicos para nela incluir a classificação das anormalidades ambientais.

Bibliografia:
Consulte também esta lista.

A classificação dos distúrbios psíquicos

WINNICOTT D. W. 1959-64: Classificação: existe uma contribuição psicanalítica à classificação psiquiátrica? In Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação, cap. 11.
___. 1961: Variedades de psicoterapia. In Winnicott 1984: Privação e delinqüência, cap. 27. 
___. 1963a: Os doentes mentais na prática clínica. In Winnicott 1965: O ambiente e os processos de maturação, cap. 20
___. 1963b: Distúrbios psiquiátricos e processos de maturação. In Winnicott 1965: O ambiente e os processos de maturação, cap. 21.

Paranoias I

DIAS, Elsa O. 2000: “A agressividade e teoria do amadurecimento”, Revista Natureza Humana, vol. 2, n.1, pp.9-49. 
___2008: “A teoria winnicottiana do amadurecimento como guia da tarefa analítica”, Revista Natureza Humana, vol. 10, n. 1, pp. 29- 45.

WINNICOTT, D. W. 1958f: “Recordações do nascimento, trauma do nascimento e ansiedade”, Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise, em especial os itens “Conclusões” e “Recapitulação”.
___1958b: “A agressividade e sua relação com o desenvolvimento emocional”, in 1958a: Da pediatria à psicanálise.

Paranoias II

WINNICOTT, D. W. 1988: Natureza humana parte III, capítulos 1 e 2; parte IV, capítulos 2 e 3 (último item).

Depressões: concepção geral

WINNICOTT, D. W. 1988: Natureza humana – parte III.
___ 1955c: “A posição depressiva no desenvolvimento emocional normal”, in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.
___ 1964e: “O valor da depressão” in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.
___1963c: “Os doentes mentais na prática clínica”, in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.

Depressões reativas

WINNICOTT, D. W. 1988: Natureza humana – parte III.
___ 1955c: “A posição depressiva no desenvolvimento emocional normal”, in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.
___ 1964e: “O valor da depressão” in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.
___1963c: “Os doentes mentais na prática clínica”, in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.

As impurezas da depressão

WINNICOTT, D. W. 1988: Natureza humana – parte III.
___ 1955c: “A posição depressiva no desenvolvimento emocional normal”, in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.
___ 1964e: “O valor da depressão” in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.
___1963c: “Os doentes mentais na prática clínica”, in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.

Neuroses I

WINNICOTT, D. W. 1947a: “A criança e o sexo”, in Winnicott 1964a: A criança e seu mundo. cap. 23.
* ___1988: Natureza humana, parte 2.
* ___1958m: “Pediatria e neurose na infância”, in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise, cap. 26
___1984i: “Variedades de psicoterapia", in Winnicott 1984a: Privação e delinquência, cap .27
* ___1989vl: “Psiconeurose na infância”, in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas, cap. 13

Neuroses II

WINNICOTT, D. W. 1947a: “A criança e o sexo”, in Winnicott 1964a: A criança e seu mundo. cap. 23.
* ___1988: Natureza humana, parte 2.
* ___1958m: “Pediatria e neurose na infância”, in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise, cap. 26
___1984i: “Variedades de psicoterapia", in Winnicott 1984a: Privação e delinquência, cap .27
* ___1989vl: “Psiconeurose na infância”, in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas, cap. 13

Outros distúrbios da instintualidade e da sexualidade

WINNICOTT, D. W. 1953c [1951]: “Objetos Transicionais e Fenômenos Transicionais”, in Winnicott 1971: O brincar e a realidade.
___ 1958b: “A agressividade e sua relação com o desenvolvimento emocional”, in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.

Tendência anti-social I

WINNICOTT, D. W. 1958c: “A tendência anti-social”, in Winnicott 1984a: Privação e delinqüência. 
___1968l: “O valor da consulta terapêutica” in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas. 
___ 1971vc: “Introdução (da parte três)”, in Winnicott 1971b: Consultas Terapêuticas em Psiquiatria Infantil.

Tendência anti-social II

WINNICOTT, D.W. (2002) A psicoterapia de distúrbios de caráter. In: Winnicott (2002/1984a) Privação e delinquência. (Trabalho original publicado em 1965ve [1963])
___1968e: “A delinquência como sinal de esperança”. In Winnicott 1986b: Tudo Começa em Casa.
___1958c [1956]: “ A tendência anti-social” in Winnicott 1984a: Privação e delinquência.
___ 1984i: “Variedades de psicoterapia”, em especial pp.242-243, in Winnicott 1984a: Privação e delinqüência.

( complementar) 
___ 1963c: “Os doentes mentais na prática clínica”, in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação (em especial pp.203-4).

O tratamento da tendência anti-social. O caso Ruth

WINNICOTT, D. W. 1947e: “Tratamento em regime residencial para crianças difíceis”, in Winnicott 1984a: Privação e delinquência
___1965k: “A criança desapossada e como ela pode ser compensada pela falta da 
vida familiar”, in Winnicott 1984a: Privação e delinquência
___1965ve: “A psicoterapia dos distúrbios de caráter”, in Winnicott 1984a: Privação e delinqüência
___1966a: “’Ruth’, aos 8 anos”, in Winnicott 1971b: Consultas terapêuticas em psiquiatria infantil (caso 17). 
___1984g: “Assistência residencial como terapia”, in Winnicott 1984a : Privação e delinquência
___1989d: “O conceito de trauma em relação ao desenvolvimento do indivíduo dentro da família”, in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas (em especial o item “Descrição sucinta de outro caso de psiquiatria infantil”)

Distúrbios maturacionais da adolescência

WINNICOTT, D. W. 1962a [1961]: “A luta para superar depressões”, in Winnicott 1984a.
___1969c: “Conceitos contemporâneos de desenvolvimento adolescente e suas implicações para a educação superior”, in Winnicott 1971a, pp. 187-194 ou “Imaturidade do adolescente”, in Winnicott 1986b, pp. 117-122.

Distúrbios da socialização I

WINNICOTT, D. W. 1986c [1969] “Os muros de Berlim”, in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.
___1984e [1969] “A liberdade”. in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.

Distúrbios da socialização II

WINNICOTT, D. W. 1950a: “Algumas considerações sobre o significado da palavra democracia”. in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.

O tratamento da tendência anti-social. O caso Peter

WINNICOTT, D. W. 1966a: “’Peter’ aos treze anos", in Winnicott 1971b: Consultas terapêuticas em psiquiatria infantil (caso 16).
___.1947e: “Tratamento em regime residencial para crianças difíceis", in Winnicott 1984a: Privação e delinquência
___.1965k: “A criança desapossada e como ela pode ser compensada pela falta da vida familiar", in Winnicott 1984a: Privação e delinquência.
___.1965ve: “A psicoterapia dos distúrbios de caráter", in Winnicott 1984a: Privação e delinqüência
___.1984g: “Assistência residencial como terapia", in Winnicott 1984a : Privação e delinquência
(complementar)

Terceiro ano - Formação Teórica

1º sem - Seminário teórico-clínico I: conceitos básicos da clínica winnicottiana

Seminário teórico-clínico I

O seminário teórico-clínico I tem por objetivo o estudo detalhado dos conceitos fundamentais que regem a clínica do amadurecimento, a começar pela concepção de Winnicott sobre saúde, doença e cura. Alguns desses conceitos são especificamente winnicottianos, e derivam diretamente do pensamento do autor, tais como manejo e regressão à dependência; outros são conceitos psicanalíticos revistos à luz da teoria do amadurecimento, tais como interpretação e transferência.

Bibliografia:
Consulte também esta lista.

O sentido da cura

WINNICOTT, D. W. 1965d: “Os objetivos do tratamento psicanalítico", in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.
___. 1971g: “A criatividade e suas origens", in Winnicott 1971a: O brincar e a realidade.
___. 1986f: “A cura", in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.

Os tipos de regressão

WINNICOTT, D. W. 1988: Natureza humana (parte II, cap. 2 e parte IV, cap. 5).
___. 1955d: “Aspectos clínicos e metapsicológicos da regressão dentro do setting psicanalítico", in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise, cap. 22.
___. 1968c: “O conceito de regressão clínica comparado com o de organização defensiva", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas, cap. 29.
___. 1955e: “Retraimento e regressão", in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise, cap. 20. 
___. 1988: “Defesas contra a ansiedade – ameaça de castração", in Natureza Humana, pp. 82 – 83. 
___. 1989l: “Idéias e definições", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas, cap. 8.

Tipos de psicoterapia

WINNICOTT, D. W. 1984i [1961]: “Tipos de psicoterapia", in Winnicott 1984a: Tudo começa em casa.
___. 1963c: “Os doentes mentais na prática clínica", in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.
___. 1965vd [1963]: “Distúrbios psiquiátricos e processos de maturação infantil", in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.

O setting winnicottiano e a tarefa terapêutica

WINNICOTT, D. W. 1955d [1954]: “Aspectos clínicos e metapsicológicos da regressão dentro do setting psicanalítico", in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.
___. 1965vi: “Introdução", in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.
___. 1965vc: “Provisão para a criança na saúde e na crise", in Winnicott1965b: O ambiente e os processos de maturação, item 8.
___. 1989m: “A importância do setting no encontro com a regressão na psicanálise", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.

O medo do colapso e o uso terapêutico da falha do analista

WINNICOTT, D. W. 1974: “O medo do colapso", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.
___. 1956a [1955]: “Formas clínicas da transferência", in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise
___. 1989vk [1965]: “A psicologia da loucura: uma contribuição da psicanálise", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.

Comunicação e não-comunicação no setting analítico

WINNICOTT, D. W. 1965j: “Comunicação e falta de comunicação levando ao estudo de certos opostos", in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.
___. 1968d: “A comunicação entre o bebê e a mãe e entre a mãe e o bebê: convergências e divergências", in Winnicott 1987a: Os bebês e suas mães.

O uso do analista

WINNICOTT, D. W. 1969i: “O uso de um objeto e o relacionamento através de identificações", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.
___. 1971d: “As bases do si-mesmo no corpo", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas. (o caso Mollie, 8 anos de idade, no item II, p. 217)
___. 1989n: “Individuação", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.

Manejo

DIAS, Elsa O. 2011: “Da interpretação ao manejo", in Reis, R. (org.) 2011: O pensamento de Winnicott: a clínica e a técnica.

WINNICOTT, D. W. 1953b: “Tolerância ao sintoma em pediatria – relato de um caso", in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.
___. 1956a: “Formas clínicas da transferência", in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.
___. 1971vb: “Introdução", in Winnicott 1971b: Consultas terapêuticas em psiquiatria infantil.

Interpretação

DIAS, Elsa O. 2008: “O uso da interpretação na clínica do amadurecimento", Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, vol. 11 n. 4, pp. 588-99.

WINNICOTT, D. W. 1989o: “A interpretação na psicanálise", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.
___. 1971l: “Inter-relacionar-se independentemente do impulso instintual em função de identificações cruzadas", in Winnicott 1971a: O brincar e a realidade.
___. 1989vp: “Material clínico" do cap. 28, item II de Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.
___. 1988: Natureza humana, parte III, cap. 3.

Consultas terapêuticas e tratamento por demanda

WINNICOTT, D. W. 1964b: “Deduções a partir de uma entrevista psicoterapêutica com uma adolescente", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas, cap. 42.
___. 1968k: “O jogo do rabisco", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas, cap. 40.
___. 1968l [1965]: “O valor da consulta terapêutica", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas, cap. 41.
___. 1971vb: “Introdução", in Winnicott 1971b: Consultas terapêuticas em psiquiatria infantil
___. 1977: “Introdução", in Winnicott 1977: The Piggle. An account of the psycho-analytic treatment of a little girl.

1º sem - Metodologia científica

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2º sem - Seminário teórico-clínico II: estudos de casos clínicos de Winnicott

Seminário teórico-clínico II

O seminário teórico-clínico II tem por objetivo o estudo detalhado de alguns casos clínicos tratados por Winnicott, que ilustram a problemática contida principalmente nos distúrbios psicóticos e na tendência anti-social. O estudo desses casos clínicos estará também ilustrando os conceitos básicos da clínica winnicottiana com respeito aos distúrbios cuja origem é a falha ambiental: a tarefa do analista com relação à formação defensiva de tipo falso si-mesmo, a regressão à dependência, o medo do colapso, a transferência delirante, o uso (destruição) do analista, a sobrevivência deste, o uso terapêutico da falha do analista.

Bibliografia:
Consulte também esta lista.

O caso Margaret Little

LITTLE, Margaret. 1992: Ansiedades psicóticas e prevenção.

WINNICOTT, D. W. 1965m: “Distorção do ego em termos de falso e verdadeiro self", in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação
___. 1986e: “O conceito de falso self", in Winnicott 1986b: Tudo começa em casa.

O caso da moça que reviveu o nascimento

WINNICOTT, D. W. 1954a: “A mente e sua relação com o psique-soma" (em especial o exemplo clínico), in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise
___. 1958f: “Memórias do nascimento, trauma do nascimento e ansiedade", Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise.

O caso Iiro

WINNICOTT, D. W.“‘Iiro’ aos 9 anos e 6 meses", in Winnicott 1971b: Consultas terapêuticas em psiquiatria infantil
___. 1971d: “As bases para o si-mesmo no corpo", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.

O caso Guntrip

DIAS, Elsa O. “Harry Guntrip analisado por Fairbairn e por Winnicott", texto manuscrito.

GUNTRIP, Harry 1975: “Minha experiência de análise com Fairbairn e Winnicott", Revista Natureza Humana, vol. 8, n.2, 2006, pp. 383-411.

WINNICOTT, D. W. 1974: “O medo do colapso", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.
___. 1987b: O gesto espontâneo, cartas n. 45 e 47.

O caso da paciente incapaz de ser

WINNICOTTD. W. 1971r: “O brincar: a atividade criativa e a busca do eu (si-mesmo)”, in Winicott 1971: O brincar e a realidade, cap. 4.
___1954a: “A mente e sua relação com o psique-soma”, in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise, (o exemplo clínico).
___1958f: “Memórias do nascimento, trauma do nascimento e ansiedade”, in Winnicott 1958a: Da pediatria à psicanálise, cap. 14.
___1989vk: “A psicologia da loucura: uma contribuição da psicanálise”, in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas, cap. 21.

O caso da moça que sonhou com a tartaruga

WINNICOTT, D. W. 1963a[1962]: “Dependência no cuidado do lactente, no cuidado da criança e na situação psicanalítica”, in Winnicott 1965b: O ambiente e os processos de maturação.

O caso Sarah

WINNICOTT, D. W. 1968g: “O inter-relacionar-se independentemente do impulso institual e em função de identificações cruzadas (em especial o item Entrevista com uma adolescente, entrevista terapêutica), in Winnicott 1971a: O brincar e a realidade.

O caso Mark

WINNICOTT, D. W. “‘Mark’ aos 12 anos", in Winnicott 1971b: Consultas terapêuticas em psiquiatria infantil.

O caso Patrick

WINNICOTT, D. W. 1965f: “Um caso de psiquiatria infantil que ilustra a reação retardada à perda", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.

ROSA, Claudia Dias. Um exemplo do papel do analista como pai: o caso Patrick. Winnicott e-prints, 2012, vol.7, no.1, p.1-15. ISSN 1679-432X

O caso FM

WINNICOTT, D. W. 1971va: “Os elementos masculinos e femininos cindidos encontrados em homens e mulheres", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas
___. 1989vc: “Nada no centro", in Winnicott 1989a: Explorações psicanalíticas.

A moça do fantasiar

WINNICOTT, D. W.: “Sonhar, fantasiar e viver”, in Winnicott 1975: O Brincar e a Realidade(capítulo 2).

Finalização

TCC: Trabalho de Conclusão de Curso

Regulamento TCC

Regulamento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

Art. 1º. Todos os candidatos deverão elaborar e executar um projeto de pesquisa, produzindo texto científico de caráter teórico, relacionado ao mesmo tema, como requisito para obtenção do certificado de conclusão do curso.

Art. 2° O texto deve visar ao formato de um artigo científico, ter um tamanho de 15 a 30 páginas e ser elaborado de acordo com as normas da APA e da Revista Winnicott e-Prints e Comitê de Ética em Pesquisa, se necessitar de aprovação por este órgão.

Art. 3º. O candidato definirá o tema do projeto de pesquisa em conjunto com o professor orientador de TCC habilitado pelo IBPW.

Art. 4º. Após aprovação pelo professor orientador, o projeto de pesquisa deverá ser encaminhado ao Conselho de Ensino e submetido a um Comitê de Ética, se necessário.

Art. 5º. Aprovado o projeto de pesquisa pelo Conselho de Ensino, o candidato terá um prazo de 18 meses para entrega do TCC e agendamento da data da defesa.

Art. 6º. A elaboração do TCC será realizada sob a orientação de quem orientou a realização do projeto e por co-orientadores se for o caso.

Parágrafo único. Só será permitido mudar o tema e/ou o orientador com a elaboração de um novo projeto, e mediante o preenchimento dos seguintes requisitos:

  1. aprovação expressa do professor orientador;
  2. concordância expressa de outro professor em realizar a orientação, caso a mudança não seja aceita pelo orientador do primeiro tema, sendo obrigatória, contudo, a aquiescência expressa deste;
  3. aprovação do Conselho de Ensino;
  4. reapresentação do projeto com as adequações necessárias.

Art. 7º O texto científico em elaboração, a ser submetido como TCC, deverá passar por exame de qualificação quatro meses antes da data limite de defesa.

O exame de qualificação será feito por uma Banca Examinadora, indicada pelo candidato juntamente com seu orientador, aprovada pelo Conselho de Ensino, e constituída por dois integrantes com, no mínimo, grau de Mestre, sendo ao menos um deles docente da Escola Winnicottiana de Psicanálise, do IBPW. Pelo menos um dos examinadores deverá compor a banca de defesa final.

Art. 8º. A avaliação do TCC será realizada mediante defesa pública.

§ 1º. A avaliação do TCC deverá ser requerida pelo orientador ao Conselho de Ensino.

§ 2º. A avaliação do TCC será feita por uma Banca Examinadora, indicada pelo candidato juntamente com seu orientador, aprovada pelo Conselho de Ensino, e constituída pelo orientador e mais dois integrantes com, no mínimo, grau de Mestre, sendo ao menos um deles docente da Escola Winnicottiana de Psicanálise, do IBPW.

§ 3º. Quando da designação da Comissão Examinadora, deverão, também, ser indicados dois membros suplentes, encarregados de substituir cada um dos titulares em caso de impedimento ou qualquer motivo de força maior.

DO ORIENTADOR

Art. 9º. O orientador do TCC deverá:

- Ser membro do corpo docente do Instituto Brasileiro de Psicanálise Winnicottiana e ter título de psicanalista winnicottiano pelo IBPW ou ter no mínimo título de Mestre.

Parágrafo único. A critério do orientador e do Conselho de Ensino poderá ser admitido como co-orientador outro professor do Instituto.

Art. 10º. Serão admitidos, no máximo, dois orientandos, por orientador.

Art. 11º. Compete ao professor orientador:

  1. Orientar os candidatos na organização e execução de seu plano de estudos;
  2. Orientar os processos de pesquisa dos candidatos;
  3. Dar assistência aos candidatos na elaboração do TCC, visando ao formato de um artigo científico.

DA DEFESA

Art. 12º. Somente receberá aprovação do TCC o concluinte que obtiver o total de pontos requerido para o certificado (média de no mínimo 7,0 pontos).

Art. 13º. As sessões de defesa do TCC serão públicas, respeitada a capacidade do recinto e eventuais restrições no interesse da boa ordem dos trabalhos.

Art. 14º. Cabe ao professor orientador a tarefa de coordenar a sessão de defesa, devendo tomar todas as medidas necessárias à ordem dos trabalhos.

Art. 15º. O candidato deverá entregar o TCC para os membros da Comissão Examinadora com antecedência de no mínimo trinta dias da data da defesa.

Art. 16º. Na defesa, o candidato terá 20 minutos para fazer sua exposição, enquanto cada componente da Banca Examinadora terá até 15 minutos para fazer sua arguição, dispondo o candidato de outros 10 minutos para responder a cada um dos examinadores.

Parágrafo único. O orientador, se assim entender, pode abster-se de proceder à arguição ao seu orientando, atribuindo a respectiva nota pelas respostas do candidato às arguições dos outros professores.

Art. 17º. A atribuição das notas será realizada após o encerramento da etapa de arguição.

§ 1º. As notas serão atribuídas individualmente, em escala de zero (0) a dez (10).

§ 2º. A atribuição das notas será realizada em tabelas, onde cada membro da comissão examinadora registrará sua nota. Serão avaliados os seguintes itens:

ITEM AVALIADO PESO
Definição e delimitação adequada do ’objeto de pesquisa’. 1
Organização formal do texto: divisão adequada em capítulos e subitens, utilização de notas de rodapé, presença de sumário, introdução e conclusão em tamanho adequado, e respeito às normas e convenções acadêmicas de citação: utilização das normas APA para realizar citações e montar a bibliografia. 1
Domínio da língua na redação: utilização da norma culta da língua portuguesa; uso adequado de gramática e vocabulário em geral; coesão e coerência do texto. 1
Organização analítica do discurso: argumentação lógica, fundamentação das hipóteses e conclusões, precisão conceitual. 2
Diálogo com a bibliografia pertinente: menção adequada aos principais autores que permitem pensar sobre determinada questão. 2
O texto como um todo demonstra domínio, compreensão e capacidade de utilização e articulação da psicanálise winnicottiana. Além disso, originalidade na abordagem, no recorte do tema ou na maneira de apresentá-lo. 3

§ 3º. A nota final do concluinte será o resultado da média aritmética das notas atribuídas pelos membros da Banca Examinadora. Será considerado aprovado o TCC que obtiver no mínimo 7,0 (sete) pontos.

§ 4º. No caso em que tenha sido emitida nota inferior a sete e maior ou igual a seis, deverão constar na ata da defesa as modificações propostas pela Banca Examinadora e nova versão do TCC deverá ser apresentada, no prazo máximo de 60 dias, preferencialmente, para a mesma Comissão Examinadora, que terá prazo de 30 dias para atribuir nova nota.

Art. 18º. O candidato que não entregar o TCC ou que não se apresentar para a defesa oral, sem motivo justificável, será considerado reprovado.

Art. 19º. A avaliação final, assinada pelos membros da Banca Examinadora, deverá ser registrada em ata, ao final da defesa.

Art. 20º. Compete ao Conselho de Ensino a análise e julgamento dos recursos contra a avaliação final.

Art. 21º. Para a apresentação do TCC, o candidato deverá, dentro dos prazos estabelecidos pelo Conselho de Ensino, satisfazer os seguintes critérios:

  1. ter conceito satisfatório em todas as disciplinas;
  2. ter a aprovação do projeto de pesquisa pelo Conselho de Ensino;
  3. ter sido aprovado no exame de qualificação;
  4. ter o TCC aprovado e/ou recomendado pelo orientador para apresentação pública.

§1º. A apresentação do TCC será feita publicamente, conforme agendamento estipulado pelo orientador e aprovado pelo Conselho de Ensino.

§2º. Para fins de apresentação do TCC, o candidato deverá encaminhar, inicialmente, ao Conselho de Ensino, no mínimo 05 (cinco) exemplares do texto (titulares da banca e suplentes).

§3º. Antes da homologação, pelo do Conselho de Ensino, da ata da defesa, o Instituto Brasileiro de Psicanálise Winnicottiana não pode emitir qualquer tipo de documento comprobatório de aprovação do TCC.

DA VERSÃO DEFINITIVA DO ARTIGO CIENTÍFICO QUE RESULTA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

Art. 22º. Caso a Banca Examinadora recomende a publicação do Trabalho de Conclusão de Curso, a versão definitiva do artigo científico, com as alterações propostas pela Comissão Examinadora, deverá ser submetida a alguma revista científica, escolhida conjuntamente com o orientador, após aprovação da versão final pelo Conselho de Ensino. Caso os membros da banca solicitem cópias, estas deverão ser entregues impressas ou de forma digital.

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 23º. Os casos omissos serão analisados pelo Conselho de Ensino.

Primeiro ano - Formação Clínica

1º sem - Estudo do caso Piggle

Estudo do caso Piggle

O estudo será baseado na leitura do texto de Winnicott: The Piggle. Relato do tratamento psicanalítico de uma menina. Além de analisar o material clínico do caso, a disciplina dedicará uma atenção especial aos comentários de Winnicott a respeito desse material, bem como ao quadro teórico no qual esses comentários são elaborados.

Bibliografia

Dias, Elsa O. 2000: Teoria do amadurecimento de D. W. Winnicott. Rio de Janeiro, Imago

Winnicott, D. W. 1987: The Piggle. Relato do tratamento psicanalítico de uma
menina. Rio de Janeiro, Imago

2º sem - Estudo do caso B

Estudo do caso B

O estudo propõe a leitura dos textos de Winnicott nos quais é discutido o caso do paciente B. Além de abordar os aspectos puramente clínicos do caso, a disciplina dedicará uma atenção especial aos resultados teóricos extraídos por Winnicott desse material, entre eles, os conceitos de colo da mãe e de regressão à dependência.

Bibliografia

Winnicott, D. W. 1954a: “Retraimento e regressão”. In: Winnicott 2000, cap. 20.
___ 1991: Holding e interpretação. São Paulo, Martins Fontes.Apêndice: Retraimento e regressão.
___ 2000: Da pediatria à psicanálise. Rio de Janeiro, Imago.

Segundo ano - Formação Clínica

1º sem - Seminário de supervisão III (supervisão em grupo)

Seminários de supervisão I a IV

O seminário desenvolverá supervisões que possam subsidiar os alunos no desenvolvimento da aplicação da teoria winnicottiana na clínica. Serão supervisões relacionados a práticas psicoterápicas winnicottianas.

2º sem - Seminário de supervisão IV (supervisão em grupo)

Seminários de supervisão I a IV

O seminário desenvolverá supervisões que possam subsidiar os alunos no desenvolvimento da aplicação da teoria winnicottiana na clínica. Serão supervisões relacionados a práticas psicoterápicas winnicottianas.

Finalização

ECC: Estudo de Caso Clínico

Regulamento Estudo de caso clínico (ECC)

Regulamento ECC

O Estudo de Caso Clínico (ECC) consiste de um relatório de um único caso clínico, atendido pelo aluno em consultório e supervisionado por 75 horas por um Supervisor-Didata da Escola Winnicottiana de Psicanálise, escolhido livremente pelo aluno, com custos próprios de cada supervisor didata de acordo com a sua capacitação e gabaritos profissionais, previamente informados ao aluno, que poderá livremente escolher o que melhor lhe convier, desde que o supervisor também o aceite.
O ECC visa avaliar se o aluno está apto a clinicar na perspectiva da psicanálise winnicottiana. A intenção de começar o ECC deve ser comunicada por escrito à Coordenação por meio da secretaria do Centro Winnicott respectivo.
A aprovação dar-se-á quando da sua apresentação a uma banca de três Supervisores-Didatas, incluído o supervisor do caso.

Regimento do Curso de Formação Winnicottiana

Vigência: a partir de janeiro de 2018

I. DENOMINAÇÃO E COORDENAÇÃO 

I.1 O INSTITUTO BRASILEIRO DE PSICANÁLISE WINNICOTTIANA, ora denominado IBPW, oferece regularmente, com base em concessão acordada com a Sociedade Brasileira de Psicanálise Winnicottiana (SBPW), o Curso de Formação Winnicottiana, tratado neste Regimento como Curso.

I.2. A Coordenação Acadêmica do Curso, denominada neste Regimento como Coordenação, é exercida pela Comissão Especial do Curso, criada para esta finalidade. Ficarão sob a responsabilidade da Coordenação todas as decisões relativas ao andamento do Curso, com base no presente Regimento.

  1. GRADE CURRICULAR E CARGA HORÁRIA

II.1 –  As atividades discentes serão distribuídas conforme os quadros abaixo:

III – DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE AS ATIVIDADES PREVISTAS NA GRADE CURRICULAR

III.1 O Curso terá a duração regular de no mínimo 4 (quatro) e no máximo 6 (seis) anos, com carga horária fixa de 510 (quinhentos e dez) horas acadêmicas, divididas em Parte Teórica e Parte Clínica (ver os quadros 1 e 2 da Grade Curricular acima).

III.2  15 horas aula acadêmicas dão direito a um crédito.

III.3 – Será facultado ao aluno o direito de trancamento de até 2 (dois) semestres, de acordo com as normas da Secretaria Acadêmica. No caso de o aluno estar cursando mais de uma disciplina no mesmo semestre, deverá continuar matriculado em pelo menos uma delas para evitar o trancamento do semestre. As disciplinas trancadas deverão ser cursadas, posteriormente, nos prazos previstos por este Regimento.

III.4 – Decorridos 6 (seis) anos a partir da data de matrícula inicial do aluno no Curso, sem que tenham sido concluídas todas as atividades constantes deste Regimento, o aluno perderá o direito de prosseguir na formação. Na hipótese de ter sido solicitado trancamento de até 2 (dois) semestres, esse prazo será de no máximo 7 (sete) anos.

IV. DISCIPLINAS E SEMINÁRIOS

IV.1 As atividades das disciplinas e dos seminários serão realizadas de modo contínuo e na ordem indicada nos quadros acima. A dispensa dessa regra deverá ser solicitada à Coordenação.

IV.2 Os casos supervisionados em Seminários de supervisão em grupo (SSG 1 2, 3 e 4) poderão pertencer a qualquer uma das principais modalidades de terapia maturacional winnicottiana, praticadas ou projetadas por Winnicott, ou que foram ou possam vir a ser desenvolvidas e articuladas com base em suas ideias, entre elas psicanálise de adultos, psicanálise de crianças, pediatria, psiquiatria infantil, psiquiatria de adultos, fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, obstetrícia, enfermagem, serviço social e educação.

IV.3 – Os Seminários de supervisão em grupo (SSG 1,2,3 e 4) poderão ser cursados no período de até 2 (dois) anos após o prazo mínimo de 4 (quatro) anos, previstos para a conclusão do Curso. Os pedidos de trancamento de semestre (s) poderão estender esse prazo por até 1 (um) ano.

V. ATIVIDADES DE EXTENSÃO 

V.1 As atividades de extensão poderão ser escolhidas pelo aluno dentre as oferecidas pelo IBPW, tais como: minicursos, colóquios, jornadas, reuniões científicas, supervisões públicas, cine debates e outros eventos organizados, e previamente divulgados.

V.2 A participação nessas atividades será facultada ao aluno desde o início do Curso, devendo totalizar no mínimo 30 (trinta) horas.

V.3 – Os assuntos tratados em atividades de extensão poderão pertencer a qualquer uma das modalidades de terapia maturacional winnicottiana ou a outras áreas relevantes para a formação winnicottiana.

 V.4 A obtenção de créditos relativos a qualquer uma das atividades é condicionada à participação integral na atividade escolhida pelo aluno.

VI. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC

VI.1 – O TCC caracteriza-se por ser um trabalho escrito de caráter teórico, cuja finalidade é permitir a avaliação do aprendizado do aluno relativo a aspectos centrais da Parte Teórica do Curso.

VI.2  O início de elaboração do TCC (escolha do tema, do orientador e a periodicidade das orientações) está condicionado à conclusão e aprovação nas 2 (duas) primeiras disciplinas da Parte Teórica do Curso.

VI.3 – A intenção de começar o TCC deve ser comunicada por escrito à Secretaria Acadêmica do IBPW. A elaboração do TCC deverá seguir o Regulamento Específico, publicado no site do IBPW (http://ibpw.org.br).

VI.4. O TCC será orientado por um professor do Curso, livremente escolhido entre os professores credenciados para essa tarefa.

VI.5 O TCC poderá ser submetido à banca examinadora somente após a conclusão e aprovação nas 4 (quatro) disciplinas teóricas.

VI.6 – A banca examinadora do TCC será composta por 3 (três) professores do Curso, credenciados para essa tarefa, incluindo o orientador.

VI.7 A defesa do TCC deverá ser realizada antes do início oficial do 7º (sétimo) semestre.

VI.8 – O aluno que for aprovado no TCC receberá um Atestado de Conclusão da Parte Teórica do Curso.

 VI.9 – O não cumprimento dos prazos relativos ao TCC constantes desse Regimento acarretará ao aluno a perda do direito ao Atestado de Conclusão da Parte Teórica do Curso.

VI.10 O aluno com título de Mestre ou Doutor, com dissertação ou tese que trate sobre um tema teórico da clínica winnicottiana, poderá ser dispensado da elaboração do TCC, mediante deliberação da Coordenação do Curso.

 VII. ESTUDO DE CASO CLÍNICO – ECC

 VII.1 – O Estudo de Caso Clínico (ECC) consiste de um relatório referente a um único caso clínico, atendido pelo aluno em consultório particular ou em instituição de saúde, supervisionado por 60 horas, por um supervisor-didata do Curso de Formação Winnicottiana, escolhido livremente pelo aluno entre os professores-didatas do Curso.

VII.2 – O ECC tem por finalidade avaliar se o aluno está apto a oferecer atendimento em uma das modalidades de terapia winnicottiana.

VII.3 Só poderá ser aceito para supervisão didática do ECC um caso clínico com frequência de pelo menos 2 (duas) vezes por semana.

VII.4 Os casos clínicos supervisionados nos ECCs poderão pertencer a qualquer uma das modalidades de terapia maturacional winnicottiana.

VII.5 – O aluno só poderá iniciar as atividades de elaboração do ECC (escolher o supervisor, bem como o caso e acordar a periodicidade das supervisões) depois de ter sido aprovado nas 4 (quatro) disciplinas da Parte Teórica do Curso e no Seminário teórico-clínico 1, e ter cursado o SSG-1.

VII.6 A intenção de começar o ECC deve ser comunicada por escrito à Secretaria Acadêmica do IBPW.

VII.7 A realização do ECC deverá ser acompanhada pela Secretaria Acadêmica do IBPW, de acordo com as disposições administrativas da Coordenação do Curso, e seguir o Regulamento Específico, publicado no site (http://ibpw.org.br).

VII.8 – A aprovação do ECC dar-se-á após defesa à uma banca composta por 3 (três) supervisores-didatas, incluindo o supervisor do caso.

VIII. PROCESSO SELETIVO E INSCRIÇÕES

VIII.1 – Processo Seletivo:
No Processo Seletivo, serão considerados os seguintes requisitos:
a) Comprovação de formação em nível superior;
b) Entrevista (s) com um docente do IBPW, designado pela Coordenação.

VIII. 2 – Inscrições:
a) Online;
b) Presencialmente na sede do IBPW, localizado na Rua João Ramalho, 146 – Bairro: Perdizes, São Paulo. Horário das 10 às 13 horas e das 14 às 20 horas

IX – ADMISSÃO DE ALUNOS PARA O CURSO

IX.1 – Poderão ser admitidos profissionais com graduação em nível superior, em diversas áreas, que desejam conhecer as bases e os procedimentos da clínica winnicottiana e, de um modo geral, se aprofundar no estudo do pensamento de D. W. Winnicott.

IX.2 – Os interessados deverão filiar-se ao IBPW.

IX.3 – A admissão será condicionada à aprovação no Processo Seletivo.

IX.4 – Os candidatos aprovados deverão realizar semestralmente a matrícula nas disciplinas, obedecendo às determinações que constam da Grade Curricular, para cada semestre.

IX.5 – Será admitido na Parte Clínica do Curso o aluno que:

  1. a) Tenha sido aprovado em, pelo menos, 3 (três) disciplinas da Parte Teórica do Curso.
  2. b) Comprove pelo menos 1 (um) ano e 6 (seis) meses de análise pessoal.
  3. c) Ateste pelo menos 1 (um) ano de atendimento clínico afim a uma das modalidades da terapia maturacional winnicottiana, com frequência de no mínimo 1 (uma) hora por semana, em consultório particular ou em instituição de saúde.

X. ATIVIDADES COMPLEMENTARES PARA ADEQUAÇÃO CURRICULAR 

X.1 – As atividades complementares para adequação curricular são obrigatórias para o aluno que, no Processo Seletivo, não ateste experiência em atendimento clínico referido no capítulo acima.

X.2 – O aluno poderá obter esse atestado mediante atendimento clínico supervisionado por um profissional indicado pelo IBPW, obedecendo às determinações estabelecidas para esse fim pela Coordenação.

XI – READMISSÃO NO CURSO

XI.1. Na hipótese de exceder o prazo máximo para término do Curso de 7 (sete anos), contando com o trancamento facultativo de 2 (dois) semestres, o aluno poderá retomar o Curso mediante participação em novo Processo Seletivo.

XII. FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO

XII. 1  Para validação das horas/aula correspondentes às disciplinas obrigatórias serão exigidos 75% (setenta e cinco por cento) de presença e para validação as horas/aula dos Seminários de supervisão em grupo (SSG 1, 2, 3 e 4), 100% (cem por cento) de presença.

XII. 2 – O aluno será avaliado após a conclusão de cada disciplina do Curso.

XII. 3 – A avaliação será realizada mediante entrega do Trabalho de Conclusão da Disciplina (TCD). As datas para entrega dos trabalhos e dos resultados das avaliações serão definidas pelo Calendário Acadêmico, regulamentado pela Coordenação do Curso.

 XII. 4 – Será aprovado, com direito aos créditos, o aluno que obtiver conceitos A, B ou C.

XII. 5 No caso de não cumprimento dos prazos estabelecidos no Calendário Acadêmico, o aluno será considerado reprovado. Para obter os créditos exigidos, o aluno terá que refazer a disciplina, entregar o TCD e ser aprovado.

XIII –  ATESTADOS E CERTIFICADO

XIII. 1 –  Ao concluir uma atividade, o aluno poderá solicitar um Atestado que comprove sua frequência obrigatória.

 XIII.2 – Ao finalizar e ser aprovado nas atividades da Parte Teórica do Curso, conforme regras desse Regimento, o aluno receberá o Atestado de Conclusão.

XIII.3 – Cumpridas todas as disposições deste Regimento, o aluno receberá o Certificado de Conclusão do Curso de Formação Winnicottiana, com a menção da modalidade de terapia winnicottiana supervisionada no ECC.

XIV – INVESTIMENTO

XIV.1 A matrícula nas atividades obrigatórias do Curso está condicionada ao pagamento da filiação ao IBPW. Os benefícios da filiação podem ser encontrados no site (http://ibpw.org.br).

XIV.2 ­ As disciplinas e atividades do Curso serão cobradas conforme Tabela Semestral de Valores, parte integrante do Contrato de Prestação de Serviços assinado pelo aluno.

XIV. 3 O valor da orientação do TCC será objeto de determinação da Comissão Especial do Curso. Todas as informações relativas ao TCC constarão de Regulamento específico, disponível no site do IBPW (http://ibpw.org.br).

XIV.6 – O valor da supervisão do ECC será objeto de contrato entre o aluno e o supervisor-didata escolhido. Todas as informações relativas à elaboração do ECC constarão de Regulamento específico, disponível no site do IBPW (http://ibpw.org.br).

XV – DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

XV.1 – O presente Regimento passa a vigorar para os ingressantes em 2018 de todos os Centros Winnicott do IBPW.

XV.2 Os alunos que ingressaram no curso regidos pelo Regimento anterior poderão optar pela adequação ao novo Regimento, solicitando isso por escrito à Secretaria Acadêmica do IBPW.

XV.3 Casos omissos deste Regimento e relevantes para a realização do Curso serão objeto de regulamentação por parte da Coordenação.

 

 

 

 

Processo Seletivo

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